Introdução

(…) Nesse breve compêndio, encontrei Domingos Jorge como proprietário de terras e Braz Cubas em destaque. Intrigava-me a posição do Ribeirão Tatuapé que deságua no Rio Tietê. Por esse rio eu já havia “navegado” no artigo publicado na edição histórica do ano 2009, intitulado Tietê: o Rio Corajoso. Como organizador e editor desse artigo, aprendi a admirar o Rio Tietê, conheci alguns dos seus mistérios e lendas, mas o Rio Grande, como já foi chamado, oferecia mais. Lendas, monções, povoamentos, os saltos das águas e as corredeiras intransponíveis, fazem parte dessa mística. Portanto, havia muito para descobrir a respeito da origem e o motivo de ter sido mantido o nome do lugar na língua tupi: Tatuapé. Porquê? (…)

Capítulo I

(…) Para complicar ainda mais, vemos no citado mapa a sesmaria de Ruy Pinto que sobe a serra em direção ao planalto. A atribuição de uma relação direta de Braz Cubas com o surgimento de uma paragem chamada Tatuapé, a partir da sesmaria que recebe em Portugal no ano de 1536, é muito vaga. Ainda que o influente explorador tivesse passado pelo Caminho do Tatu ou conhecido seu nome no tempo em que viveu, pouco se sabe por onde andou. Os documentos analisados por autores como Frei Gaspar da Madre de Deus, indicam que pelejou até chegar às proximidades do que viria ser a divisa de São Paulo com Minas Gerais à procura de riquezas, já com 52 anos. (…)

Trechos selecionados

No post que você verá ao clicar, separamos alguns trechos do primeiro volume do livro “Memórias do Tatuapé”, especialmente para aguçar sua imaginação. Envelhecemos as páginas apenas para dar um toque especial, na verdade as páginas do livro estão nos padrões atuais. Leia e adquirida seu exemplar de colecionador.

Novos trechos selecionados

Separamos novos e maiores trechos para você se entusiasmar, leia e comente nas redes sociais.

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