CURIOSIDADES, FATOS E RUAS

As singularidades do microcosmo chamado Tatuapé

Gerson Soares

Há um universo de fatos, ligados ou não a nomes de pessoas, que ao longo de algumas poucas centenas de anos, foram sendo conhecidos na cidade de São Paulo. A decantada Pauliceia de Mário de Andrade e de tantos outros, já completou 468 anos de fundação.

No interior cosmopolitano, em cada denominação de rua, a cada curiosidade despertada, existe um microcosmo próprio que poderíamos dividir geopoliticamente pelos bairros conhecidos da cidade, como o Tatuapé. Este completou 350 anos em 2018 e detalhes dessa trajetória através de três séculos e meio, podem ser lidos no primeiro volume do livro “Memórias do Tatuapé – Uma viagem aos séculos XV a XVII”.

A esse bairro dediquei uma parcela das minhas pesquisas sobre a história paulistana e o surgimento de bairros como a Mooca, Penha, Vila Maria Zélia, o atualmente denominado Centro Histórico e outros.

Apesar desses estudos me levarem a conhecimentos infinitos, limitados ao meu próprio tempo, descobri uma imensidão de pessoas que tiveram atuação importante em sua época e a fatos latentes ligados a elas.

Na obra “Memórias do Tatuapé”, estudamos algumas ruas e os personagens que lhes emprestam seus nomes. Despertando a curiosidade dos nossos leitores, vamos conhecer alguns desses fatos e nomes como Pedro Bellegarde.

É preciso lembrar que este site presta apoio à leitura do livro, é uma ferramenta de integração dos leitores. No entanto, não tem a intenção de suplantar a longa pesquisa desenvolvida para a elaboração do trabalho que culmina com a obra completa, ou seja, o volume I (disponível) e o volume II (na fase de revisão).

Dando ênfase ao fato de este site ser uma ferramenta, destacamos essa relevância na página Personagens do Livro. Por outro lado,  o post A importância do volume I da obra, expõe a interessante experiência de ler os dois volumes.