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Gerson Soares

Ao longo da carreira que começou aos 19 anos no jornal Diário Comércio e Indústria em São Paulo, desenvolve trabalhos no jornalismo e também como Memorialista, Gostwriter, Designer gráfico, Fotógrafo, Assessor de Imprensa e Publicitário.

Como jornalista, entre outros trabalhos, tenho vários artigos e reportagens especiais publicados no site Alô Tatuapé e recentemente no jornal Metro no que se refere a doação de órgãos.

Dentre essas reportagens, uma que mudou a paisagem do bairro do Tatuapé: a construção da ponte estaiada. Foram meses e meses de um trabalho exaustivo, até que a Prefeitura da Cidade de São Paulo abriu licitação para a construção e instalação do Complexo Viário Padre Adelino, assim chamado por mim desde a primeira reportagem. Até então o nome não existia.

Outra reportagem especial da qual me orgulho é Brasil – Japão: 100 anos de gratidão, elaborada durante a visita do príncipe Naruhito ao nosso país. O filho do Imperador Akihito que também nos visitou, veio em nome do império para comemorar os 100 anos da história entre o Brasil e o Japão e as imagens que vemos foram feitas por mim no Parque do Carmo, zona leste de São Paulo. Um trabalho que levou três meses aproximadamente para ser concluído.

A falta de remédios de alto custo em nosso país, traz insegurança e medo àqueles que mais necessitam. Este tema está ligado ao transplante e doação de órgãos, aos quais me dedico desde 2004. Especialmente a partir de 2014, a falta constante de remédios me levou a um engajamento ainda maior. Nessa data, exatamente no mês de janeiro daquele ano, chegou-se ao ápice do caos. As matérias relacionadas ao tema Remédios de Alto Custo, têm milhares de acessos mensais e o ano de 2018 foi o pior para os pacientes.

LIVROS HISTÓRICOS E PUBLICAÇÕES COMEMORATIVAS

LEIA TRECHOS DE OUTRAS OBRAS DO ESCRITOR

União dos Operários F.C. – Cem anos de história no Futebol

“Elaborar este livro, teve como objetivo principal descobrir a trajetória que levou o União dos Operários Futebol Clube completar um século de atividades. Nessa investigação histórica, percorri alguns meandros da várzea paulistana para entender como funcionava o mecanismo que manteve ativo um clube cercado por tantos outros que simplesmente desapareceram. Entre os destaques abordados, temos uma seleção dos maiores craques de todos os tempos que jogaram no clube do Belenzinho. Entre eles: Dener, Ivair (o príncipe), Luizão, Nilson, Lima, Ademir da Guia, Badeco, Adil, Eli, Taquá, dentre outros. O Operário, como é chamado, começou em uma reunião onde o futebol uniu patrões e empregados no velho e alagadiço Largo do Catumbi, em meio ao bucolismo imperante das margens do Rio Tietê de 1917.”
Com prefácio do comentarista e apresentador da Fox, José Eduardo Savóia, o livro foi lançado em fevereiro de 2018, com 220 páginas e 649 fotografias, além de dezenas de ilustrações criadas pelo designer.
Como adquirir: Secretaria do clube. Contato pelo telefone: (11) 2694-0881

Vila Maria Zélia – Uma ilha na Pauliceia

“Em meio à inquietação, São Paulo foi erguido com ferro e cimento, que moldavam a arquitetura europeia das ruas principais do centro. A Vila Maria Zélia é a pauliceia, com as suas festas típicas lotando as praças, mas se diferenciou por ter experimentado o isolamento em meio a um imenso parque fabril e industrial. No entanto, o local escolhido para erguê-la possuía atrativos, como o Rio Tietê passando pela ‘porta de casa’, campo de football, salão de festas e um clube acima da média que se tornou mítico no futebol e se destacava pelo aspecto social, que considero essencial para o sucesso dessa convivência singular que perdura até os nossos dias. […] O livro dos 100 anos da Vila Maria Zélia mostra com 530 imagens um pouco daquilo que já foi exemplarmente escrito por outros autores, sendo também uma obra de atualização em diversos aspectos históricos e sociais, enquanto procura demonstrar a linguagem, atmosfera, união, entusiasmo das antigas amizades, o amor e a meiguice que permeiam os corações da Vila; por outro lado é possível observar um futuro ameaçador no que tange as construções que se deterioram, colocando essa mesma comunidade em risco. […]”

Cinquentenário do União Rio Branco E. C.

Time fundado por Julinho Botelho

“Tive o privilégio de elaborar esta obra, que editei tendo muitas vezes a emoção ao meu lado. Talvez, por ter lido e pesquisado antes de mais nada sobre a história desse ser humano, transformado em exemplo para a maioria das pessoas que com ele conviveram, e ao conhecê-lo melhor também para mim se tornou um herói, sendo sua façanha realizada no Maracanã, diante de quase 170 mil pessoas, um marco na história do futebol. […] Milhões hoje têm acesso a algumas jogadas de Julinho naquele Maracanã transbordante, número multiplicado pela farta divulgação na internet e nos meios de comunicação. […]”

O trecho acima foi extraído da página de apresentação da edição comemorativa dos 50 anos do Rio Branco. No Rio de Janeiro, dia 13 de maio de 1959, Julio Botelho, entrou no lugar de Garrincha para um jogo contra a Inglaterra e num Maracanã lotado de torcedores cariocas ávidos para verem as jogadas do ídolo que acabara de se sagrar campeão mundial com a seleção brasileira, vaiaram incessantemente o craque do futebol brasileiro, logo após o anúncio do nome pelos alto-falantes do estádio. A vaia comoveu até mesmo os mais experientes radialistas da época. O jogador da Penha, bairro da zona leste de São Paulo, entrou com seu talento e dignidade e mostrou a todos suas jogadas e em poucos minutos foi aplaudido de pé. Na Copa do Mundo de 1958, Garrincha era o reserva de Julinho, titular absoluto da ponta direita. Mas, por uma série de fatores, Julio Botelho não jogou aquela Copa, onde Garrincha brilhou.

Os cavaleiros de Vigha Bhore

“Em Vigha Bore, além das pequenas aldeias e vilas que se desenvolveram, há reinados encobertos ou raramente vistos, em meio aos incontáveis tons de verde da floresta. Dentre os mais conhecidos e expostos está o reino de Nuriord, que há muito tempo se dividiu e deu origem a outro reinado que foi chamado de Altyor. Seus habitantes admiram a beleza das grandes árvores Altonímias, por isso se afastaram do litoral, onde Nuriord e seu porto fervilham com intenso comércio, o vai e vem de navios mercantes e marinheiros. Altyor e Nuriord continuam irmanados de qualquer forma e estão localizados ao Norte do continente. […] No Sul, outro reino é próspero e belo; seu nome é Arant, onde o Sol sempre brilha e as tradições estão enraizadas. Entre os lanceiros ärrons, até mesmo os cavalos seguem seus donos até o fim… Na planície, sob os domínios de Vergion, os tambores do inimigo irão ensurdecer os aldeões amedrontados, mas o rei conhece seu destino.”

Como adquirir: Amazon

Cinquentenário do Futebol das 5as

“Aos inesquecíveis:

Desde os tempos mais remotos a humanidade venera seus antepassados com diversos rituais e das mais diferentes formas. […] Através dos tempos, entre os povos da antiguidade até os mais modernos dos nossos dias, esse costume humano se repete e assim o fazemos nesta publicação comemorativa erguendo nossos pensamentos. Essa veneração aos amigos que faleceram tendo suas histórias ligadas ao Futebol das 5as, também merecem uma página de destaque neste momento tão importante e único.” […] De nosso mais profundo respeito, um brinde aos amigos!” […]

Esta homenagem emocionante culmina com os nomes e uma fotografia, onde os integrantes da agremiação erguem seus copos cheios de cerveja àqueles que nunca serão esquecidos.

Romão 4.000 gols – 1952/2007

“Aos 18 anos tentei jogar futebol profissional, passei no mirim do Corinthians no tempo do Técnico Rato; joguei no São Paulo quando o campo estava localizado no Canindé. Fiquei um ano no juvenil da Associação Atlética Sã Bento e tive a infelicidade de quebrar a perna em 1958, no jogo Vila Paris e Saib de Santana, que vencemos por 5 x 3. Nesse jogo marquei nada mais, nada menos do que 4 gols. […] Sou corintiano fanático, mas meu hobby mesmo, sempre foi jogar futebol.” […]

Este foi o segundo trabalho realizado como gostwriter. Foram duas edições, uma lançada em 2006 e outra em 2007. Elas mostram, através de mais de 400 imagens as várias realizações do Romão, tido como o maior corintiano do Tatuapé, entre partidas de futebol e sua história de vida.

Detalhes de uma Vida

“Foi uma obra do destino, porque sempre gostei de escrever, mesmo que os meus estudos não foram além do primário até o ginásio, devido as dificuldade da época. Comecei escrever em 1927, anotando fatos importantes, as vezes interessantes, que me aconteceram sem ter noção para que serviriam e nunca pensei que um dia se transformariam em um modesto livro, para ser ofertado aos meus queridos parentes e amigos. Em fins de 1996, com os agradáveis e inesquecíveis acontecimentos que me deixaram muito feliz, houve uma transformação no meu estilo de vida. Comecei a frequentar Grupos de Terceira Idade, conquistando novas amizades […]”

Este trabalho foi realizado em entre o final de 1997 e início de 1998, quando me tornei um gostwriter sem querer e tive enorme prazer em revelar as memórias de Maria de Lourdes Cepêra, minha amiga e confidente.

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